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Sindrome Neuroléptica Maligna

  • Foto do escritor: Rafael Oliveira
    Rafael Oliveira
  • 12 de out. de 2020
  • 1 min de leitura

Sindrome Neuroléptica Maligna
Sindrome Neuroléptica Maligna

Segundo Brust, a Síndrome Neuroléptica Maligna consiste em uma reação idiossincrática a neurolépticos em doses terapêuticas e não tóxicas, potencialmente fatal, com mecanismo fisiopatológico não bem determinado. Acredita-se que possa haver certa relação com o bloqueio de receptores dopaminérgicos nos gânglios da base. O quadro clinico envolve hipertermia, geralmente associada a outra disfunção autonômica como taquicardia ou sudorese, sinais extrapiramidais como rigidez muscular ou distonia, aumento das enzimas musculares e alteração do estado mental. Todos os sintomas se manifestam dentro de 24 horas e atingem um pico em 72 horas. A recuperação se dá em uma ou até várias semanas e apesar do alto índice de óbitos (20 a 30%), após a resolução do quadro geralmente não ficam sequelas. A biópsia muscular pode revelar edema. O tratamento consiste na suspensão da droga e alguns pacientes podem permanecer por alguns meses com algum vestígio catatônico. A catatonia, por sua vez, envolve alterações motoras que variam desde imobilidade a movimentos rápidos e estranhos. Portanto, trata-se de algo facilmente reconhecido em um exame neurológico.

 
 
 

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Dr Rafael Oliveira
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